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Argentina has been officially certified by WHO as malaria-free. How did the country achieve this milestone? What were the key elements to success?

After the Global Malaria Eradication Programme ended in the 1960s, Argentina continued on its own course to eliminate malaria from within its borders. It did this through a targeted effort based in the north of Argentina, where the malaria burden was highest (provinces of Salta, Jujuy and Misiones). Malaria efforts focused mainly on controlling mosquito breeding sites, spraying houses with insecticides, conducting active surveillance, diagnosing malaria through microscopy, and conducting case investigations to understand where infections were occurring.

Additionally, beginning in the late 1990s, Argentina and Bolivia entered into several agreements to work together on cross-border health issues, including malaria. Between 2000 and 2011, Argentina worked closely with the Bolivian Government to spray more than 22 000 homes with insecticides and take more than 25 000 blood samples in border areas to test for the presence of malaria parasites. During this period, the number of cases of malaria in Argentina fell from 440 to 0.

What systems did the country put in place to make this achievement possible? Now that Argentina is officially malaria-free, will these systems remain operational?

The government of Argentina recognized that although a vertical approach was critical to the successful elimination of malaria, maintaining zero cases would require a system that was sustainable. In recent years, the country has completely integrated its malaria programme into the national health care system; the most important change was the integration of malaria surveillance into the national surveillance system for febrile illness. All cases of fever are now entered into this national system, which allows for suspected malaria cases to be rapidly identified and tested.

Additionally, in two of Argentina’s northern provinces, where the risk of re-establishment of malaria is greatest, malaria prevention and treatment services have been integrated into an excellent primary health care system that engages a large cadre of paid community health workers. Through regular household visits, health workers help the population understand when they need to seek medical attention. They follow up on suspected malaria cases to ensure they are tested and treated. In some remote areas, community health workers are equipped with radios so that they can contact provincial health authorities for assistance to transport seriously ill patients to the nearest hospital.

Finally, Argentina has an excellent capacity to respond to disease outbreaks. For many years, health providers have been using this system to respond to outbreaks of cholera and dengue. By integrating malaria into this system, they will be able to quickly interrupt transmission should any outbreak of malaria occur.

How does Argentina stand to benefit from its new malaria-free status?

Argentina now joins the ranks of 37 other countries and overseas territories that have been certified malaria-free by the World Health Organization. The population of Argentina is now liberated from of an infection that caused illness, frequent relapses, serious disease and death. The national healthcare system will be able to focus its effort and attention on other diseases that currently pose threats to the population’s health, while maintaining vigilance to prevent the reintroduction of malaria. The country will also be able to promote itself to international businesses and tourists as malaria-free and gain economic benefits from removing an impediment to further business and social development.

 Are there lessons learned from Argentina’s malaria-elimination effort that can be applied to other countries?

The extent of the cross-border collaboration and coordination between Argentina and Bolivia is almost unprecedented. Argentina benefited from the joint activities that were critical to shortening the timeline towards malaria elimination. Bolivia also benefited from this collaboration, reducing malaria along the border and many kilometers into the interior of the country.

According to WHO’s World malaria report 2018, there was a sharp spike in malaria cases in Venezuela between 2015 and 2017. What is the potential for malaria to spread from Venezuela to Argentina?

Approximately half of the territory of Venezuela was certified malaria-free in 1960, before WHO began certifying only entire countries or overseas territories. The significant increase in cases since 2015 is the result of several factors, including an expansion of gold mining and a declining economic situation. As the economy worsens, there has been increased migration from Venezuela to other countries in the region, including Argentina.

Malaria-free countries such as Argentina and Paraguay facing the challenge of imported cases of malaria should intensify actions to prevent a reintroduction of the disease; to this end, they should ensure access to health services for migrants and conduct active malaria surveillance among populations at risk of the disease.

Argentina and Paraguay have both shown that they are fully capable of rapidly detecting imported cases of malaria and responding in a timely manner. Overall, the risk of a resurgence of malaria in both countries – although real – is low.


World Leprosy Day will take place on January 28. This year's theme focuses on the target of zero cases of leprosy-related disabilities in children.



 I - SOBRE HANSENÍASE

 

0 que causa a hanseníase?

A hanseníase e uma doença causada por um bacilo, o Mycobacterium leprae, tambem conhecido como bacilo de Hansen. Ele se multiplica muito devagar e o periodo de incubação pode ser, em media, de cinco anos.

Quais sao os sintomas?

Para muitas pessoas, os primeiros s1nais de hanseniase sao manchas esbranquic;adas na pele ou entorpecimento nos dedos das maos ou dos pes. Isso ocorre porque a doença afeta principalmente os nervos ea pele. Se nao for tratada, isso pode levar a dano nos nervos, perda de sensação e paralisia dos musculos das maos, dos pes e do rosto.

Como a hanseníase pode ser transmitida?

A hanseniase e transmitida atraves do trato respiratório superior de uma pessoa nao tratada a outra, atraves de contato direto e frequente. Você nao pode adoecer devido a um unico contato com uma pessoa que tern lepra.

A hanseníase pode ser curada?

A hanseníase e curavel com terapia multidrogas (dapsona, rifampicina e clofazimina), uma combinação que mata o patógeno, cura o paciente e interrompe a transmissão. Se não for tratada, a doença pode causar lesoes progressivas e levar a deficiencia e cegueira.

Como a doença pode causar deficiencias?

As bacterias atacam terminações nervosas e destroem a capacidade do corpo de sentir dor e ferimentos. Sem sentir dor, as pessoas nao percebem quando se machucam e suas lesoes sao frequentemente graves e podem se infectar. Alterações na pele tambem deixam a pessoa suscetível a ulceras, que se nao tratadas, podem causar danos adicionais, feridas e desfiguracoes visiveis no rosto e nos membros. Se o nervo facial for afetado, isso pode interferir com a capacidade de uma pessoa piscar, o que eventualmente pode causar cegueira.

II - HANSENIASE E CRIANÇAS

 

Quantas crianças tem hanseníase?

Em 23 países da região das Americas, 1.761 crianças foram diagnosticadas com hanseníase, das quais 38 apresentavam deficiencias visiveis.

Qual a idade mais comum em que as crianças mostram sinais de infecção?

As crianças mostram sinais de hansen:iase com maior frequencia entre os 10 e os 14 anos.

Qual e a fonte mais provavel de transmissão para crianças?

0 contato familiar ea fonte mais provavel de transmissão da hanseníase. Mas isso não se limita apenas a família, pode incluir qualquer pessoa em contato regular e próximo com uma pessoa não tratada.

0 que as taxas de hanseníase em crianças nos dizem?

A transmissão para crianças e um indicador epidemiológico de que a doença ainda esta sendo transmitida ativamente através das comunidades. 0 fato de que as crianças ainda estão contraindo hanseníase nos diz que precisamos melhorar o número e a eficiencia das iniciativas de saúde publica para impedir a propagação desta doença.

A terapia multidrogas e segura para crianças?

Sim, e segura. Não houve relatos significativos de efeitos adversos de tratamentos com multidrogas em crianças, porem as doses devem ser ajustadas pelo seu peso e tamanho menor.

 

E provavel que haja casos ocultos?

Sim. Alem dos novos casos que sao relatados anualmente, e provavel que haja milhoes de adultos e crianças que vivem com hanseníase não diagnosticada. Alem disso, existem cerca de 6 milhoes de pessoas que foram curadas da doença, mas experimentam efeitos residuais, como deficiencia e discriminação. A maioria (81%) de todos os casos novos ocorre em tres paises: India, Brasil e Indonesia, que são os paises mais endêmicos para a hanseníase.

III - ALCANÇANDO HANSENÍASE ZERO

A hanseníase não foi eliminada?

A Organização Mundial da Saúde declarou a hanseníase "eliminada como um problema de saúde publica" a nivel global em 2005. A decisão foi baseada em uma definição de menos de um caso por 10.000 pessoas a nivel nacional. Isso não significou erradicação total da doença, e ainda havia muitos casos em todo o mundo. No entanto, uma vez que o alvo foi alcançado, os recursos nos países foram frequentemente focados em outras doenças e os esforços para encontrar e tratar novos casos diminuiu. A situação e que, em 2016, 27.356 novos casos foram diagnosticados nas Américas.

A hanseníase esta intimamente ligada a pobreza. 0 estigma ainda associado a hanseníase continua a ser uma barreira ao fim da transmissao, pois muitas vezes as pessoas se mostram relutantes em procurar o diagn6stico ou ajuda. A doença tambem pode ter um impacto devastador na vida das pessoas, muito depois de terem sido curadas.

Como a OPAS/OMS ajuda a região das Américas na eliminação desta doença?

A Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde trabalha em parceria com a Federação Internacional de Associações Anti-Hanseníase (ILEP) e outras organizações, governos e formuladores de políticas para zerar a hanseníase. Queremos parar a transmissão da hanseníase, prevenir deficiências e promover a inclusão social ao acabar com a discriminação.

 

Em 1992, a OPAS/OMS começou a promover o Plano de Ação Regional para a Eliminação da Hanseníase nas Américas para cobertura com terapia multidrogas. Desde então, uma taxa de cobertura de tratamento de 42% foi alcançada e, desde 2001, a cobertura tem sido quase universal. A Organização fornece medicação gratuita para todas as pessoas que precisam dela, por meio de doações da Fundação Novartis para o Desenvolvimento Sustentável.

Em 2016, o Conselho Diretor da OPAS/OMS aprovou a Resolução CD55.R9, que inclui a implementação do plano para a eliminação de doenças infecciosas negligenciadas, incluindo a hanseníase.


alice cruz rapporteur special leprosy

A Special Note for the Region of the Americas

We must keep in mind that stigma is a social determinant of health and illness. Not only stigma can lead to delay in seeking diagnosis and in adhering to treatment, but it also impairs the availability of material and socioeconomic resources (such as sanitation, housing, work, education), as well as the social relationships that support the livelihoods of persons affected by leprosy.

Lack of material resources and substantive equality, as well as of community acceptance and support, play a major role in health inequities. Harmful stereotypes and stigma usually impact the overall living conditions of affected persons, producing multiple and negative outcomes regarding their social and physical well-being.

At least 90% of the new cases of leprosy officially reported on the American continent annually are from Brazil. However, countries were successful in eliminating leprosy as a public health problem. It means that the region can become a sort of landmark laboratory for assessing which public strategies work both in high-endemic and low-endemic countries, also regarding the elimination of stigma and discrimination.

There are not many reports of discriminatory laws in force in the Americas, but there are several reports of institutionalized discrimination at the administration of the State, such as in educational, health or social security services. Structural stigmatization is still ongoing, and misconceptions about leprosy are quite common.

Multisectoral policies are key to address the social roots of leprosy and discrimination, as well as the participation of persons affected by leprosy in the monitoring of human rights violations, enforcement of rights, awareness raising activities and counseling services.


Ministerios de Salud y Oficina de País de la OPS

  País Nombres Cargo
1 Belice Dr. Job Joseph Punto Focal de OPS
2 Bolivia Dr. Alfonso Tenorio Punto Focal de OPS
3 Brasil Sr. Cassio R. Leonel Peterka Coordinador del Programa Nacional de Prevención y Control de Malaria (PNCM)
4 Brasil Dra. Sheila Rodovalho Consultor Nacional de OPS
5 Colombia Dr. Jonathan Novoa Consultor Nacional de OPS
6 Costa Rica Dra. Adriana Alfaro Najera Funcionaria de la Dirección de Vigilancia de la salud
7 Costa Rica Dra. Gabriela Rey Punto Focal de OPS
8 Costa Rica Dr. Enrique Perez Punto Focal de OPS
9 República Dominicana Dra. Grey Idalia Benoit Vigilancia Epidemiológica, CECOVEZ
10 Ecuador Dr. Hector R.Veloz Consultor Nacional de OPS
11 Guyana Francesa Dr. Edouard Hallet Salud Pública Interna y Medicina social
12 Barbados Dr. Jean Marie Rwangabwoba  Punto Focal de OPS
13 Guyana Dr. Horace Cox Director de servicios de Control de Vectores del Ministerio de Salud de Guyana
14 Guyana Dr. Jean Seme Alexandre Punto Focal de la OPS
15 Guatemala Dr. Romeo Montoya Punto Focal de la OPS
16 Guatemala Dr. Ricardo Rosales Consultor Nacional de OPS
17 Haití Dr. Frantz Lemoine Coordinator of the National Malaria Control Program (NMCP)
18 Haitií Dr. Jean Denis Gladzdin Consultor Nacional de OPS
19 Honduras Dra. Rosa E. Mejía Consultor Nacional de OPS
20 México Dr. Hector Olguín Jefe del Programa de Malaria del Ministerio de Salud de México
21 México Dr. Jose Cruz Director de Vigilancia Epideomologica del Ministerio de Salud de México
22 México Sr. Federico Zumaya Consultor Nacional de OPS
23 México Dra. Maria Jesus Sanchez Punto Focal de la OPS
24 Nicaragua Dr. Guillermo Gonzalvez Punto Focal de OPS
25 Nicaragua Dra. Marta Reyes Alvarez Directora General de Vigilancia para la Salud del Ministerio de Salud de Nicaragua
26 Panamá Dra. Lizbeth Cerezo Punto Focal del Plan Estratégico de la Eliminación de la Malaria del Ministerio de Salud de Panamá
27 Panamá Dr. Manuel Mancheno Consultor Internacional de OPS
28 Perú Dra. Karim Pardo Funcionaria de la Dirección General de Intervenciones Estrátegicas en Salud Pública
29 Perú Dra. Monica Guardo Punto Focal de OPS
30 Surinam Dra. Helen Hiwat Cordinadora del Programa de Malaria
31 Surinam Dr. Oscar Lapouble Punto Focal de la OPS
32 Venezuela Dra. Magda Magris Consultor Nacional de OPS
33 Venezuela Dr. Daniel Vargas Consultor Internacional de OPS


Organismos No Gubernamentales e Instituciones Multilaterales

  País Nombres Cargo
34 Panamá Dr. Emma Iriarte Secretaria Ejecutiva de Salud Mesoamérica e Iniciativa Regional para la Eliminación de la Malaria del Banco Interamericano de Desarrollo
35 Panamá Sr. Edison Soto Consultor de la Iniciativa Regional de Eliminación de la Malaria en Mesoamérica y República Dominicana (IREM) del Banco Interaméricano de Desarrollo (BID)
36 Panamá Dr. Alvaro Gonzalez Coordinador de la Iniciativa de Salud Mesoamérica (ISM) - Iniciativa Regional de Eliminación de la Malaria en Mesoamérica y República Dominicana (IREM) del BID
37 Washington, DC Dr. Keith Carter Consultor Independiente, BID
38 Panamá Mr. Mauricio Dinarte Oficial Técnico ISM-IREM del BID
39 Atlanta, EEUU Dr. Kumar V. Udhayakumar    Jefe de la Unidad de Investigación y Desarrollo de Laboratorios, Sección de Malaria. División de Enfermedades Parasitarias y Centros de Malaria para el Control y la Prevención de Enfermedades
40 Atlanta, EEUU Dr. Alexandre Macedo de Oliveira  División de Enfermedades Parasitarias y Centros de Malaria para el Control y la Prevención de Enfermedades
41 Washington, DC Sra. Rebecca Minneman Asesora de Malaria para América Latina y el Caribe de la Agencia de los Estados Unidos para el Desarrollo Internacional (USAID)
42 Ginebra, Suiza Sra. Annelise Hirschmann Gerente Regional de América Latina y el Caribe del Fondo Mundial
43 Ginebra, Suiza Sra. Yira Tavarez Oficial de Monitoreo y Evaluación de la Región de América Latina y el Caribe del Fondo Mundial
44 Ginebra, Suiza Sr. Yamil Silva Oficial de Monitoreo y Evaluación de la Región de América Latina y el Caribe del Fondo Mundial
45 Panamá Sr. Sebastian Salvador Gerente Regional de Programas para Mesoamerica, CHAI
46 Ginebra, Suiza Sra. Charlotte Rasmussen Coordinadora de Eficacia de Drogas y Respuesta del Programa Global de Malaria de la Organización Mundial de la Salud
47 Washington, DC Dr. Luis G. Castellanos Jefe de Unidad de Enfermedades Desatendidas, Tropicales y Transmitidas por Vectores de OPS
48 Washington, DC Dr. Roberto Montoya Asesor Regional del Programa de Malaria de OPS
49 Washington, DC Dra. Maria Paz Ade Asesora en Diagnóstico y Gestión de Suministros de Malaria de OPS
50 Washington, DC Dra. Blanca Escribano Asesora en Eliminación de la Malaria de OPS
51 Washington, DC Dr. Rainier Escalada Advisor on Policies, Advocacy and Malaria Capacity Building, PAHO
52 Washington, DC Dr. Prabhjot Singh Asesor en Políticas, abogacía y Creación de Capacidad de Malaria de OPS
53 Washington, DC Sr. Eric Ndofor Consultor de OPS
54 Washington, DC Sra. Janina Chavez Asistente Administrativa de OPS